Por Sierra
Assim que, na última quarta-feira, eu
tomei conhecimento de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viria para o
Recife na sexta-feira, ou seja, ontem, eu fui me preparando para ir engrossar o
cordão da militância e vivenciar esse dia marcante da campanha da reeleição
dele na chapa formada, em Pernambuco, com o candidato a governador João Campos
(PSB) e os candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT).
Chovera de madrugada na Ilha de Itamaracá,
onde eu moro, e, na hora em que eu estava saindo de casa, às 5h42, o céu estava
cinzento, anunciando mais chuva.
Durante parte da viagem até o Recife - eu
fiz baldeação no terminal integrado de Igaraçu - choveu ao longo do trajeto.
Contudo - e felizmente -, a chuva deu uma trégua na capital pernambucana; veio
o estio, as nuvens escuras se dispersaram e o sol apareceu vigoroso enchendo a
manhã de energia e luz.
Rumei para o Cais de Santa Rita depois de
passar na Avenida Guararapes para deixar uma sacola plástica contendo o meu
almoço com José Ítalo, um sebista que comercializa livros na calçada daquele
logradouro.
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| Com a jovem Clara e o seu pai Ricardo: nada como o futuro |
Enquanto seguia para o ponto de
concentração da caminhada eu fui vendo outros que vestiam camisetas vermelhas -
alguns, além das camisetas, portavam bonés e bandeiras do PT e de candidatos da
coligação - afluindo para aquele ponto da cidade e se reunindo defronte ao
Novotel Recife Marina, onde o presidente Lula estava hospedado desde a noite da
quinta-feira.
Vendo aquele burburinho e toda aquela movimentação de pessoas de várias gerações reunidas para um ato de cidadania tão poderoso, eu me senti como que revigorado. Músicas vinham de um trio elétrico e de tambores que eram tocados por ritmistas no chão. Uma profusão de camisetas contendo diferentes imagens do presidente Lula circulava por ali em corpos e também aparecia à venda. O clima era de alegria e regado à expectativa da aparição do presidente Lula naquela festa da democracia protagonizada pela militância de esquerda.
Fiquei emocionado ao ver uma adolescente
de 16 anos, chamada Clara, que, acompanhada do seu pai Ricardo, se encontrava
muito animada com tudo aquilo que estava acontecendo ali e com a expectativa de
ver o presidente da República.
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| Com Marília Arraes:um dos meus votos será dela |
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| Com Adriana Samico: pense numa resenha! |
Assim como inúmeros indivíduos,e u me
posicionei agarrado à grade para acompanhar a movimentação bem de eprto. Por
ali passaram, para nos cumprimentar, os candidatos João Campos, Marília Arraes,
Liana Cirne, Adriana Samico e Cida Pedrosa, causando, quase todos eles, um
rebuliço e uma agitação em pessoas que, como eu, queriam fazer selfies com
alguns deles.
Eram 10h35, quando a caminhonete em que o
presidente Lula estava em companhia de João Campos, Marília Arraes, Humberto
Costa e a primeira dama Janja começou a deixar o vão do hotel para se
posicionar paralelo à grade e dar início ao deslocamento rumo ao Marco Zero,
onde, seguindo a programação, ele iria dsicursar para o povo. Pense numa
euforia e numa agitação quando o filho de Dona Lindu, portando um chapéu
panamá, se deslocou à frente da multidão que tão ansiosamente o agaurdava. Nossa,
que manisfestação boa danada¹ Eu, que já havia feitto uma série de vídeos e
fotos da concentração para psotar em minhas redes sociais, também fiz, claro,
um vídeo em que registrei parte do deslcoamento daquele veículo. Foi
sensacional para mim estar ali curtindo e fazendo parte de um grandioso
acontecimento da nossa democracia.

A imagem do grande presidente do Brasil estava estampada em várias coisas
Sabendo que seguir no mesmo trajeto do
veículo pela Ponte Giratóira e pela Avenida Alfredo Lisboa seria muitíssimo
demorado, dado o mar de gente que se encontrava ali, eu e muitas pessoas
resolvemos ir ao Marco Zero seguindo pela Ponte Maurício de Nassau.
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| Simbora para o Marco Zero! |
Quando cheguei ao Marco Zero, palco e
cenário de tantas festas e celebrações políticas e culturais, já encontrei
muita gente à espera da chegada do presidente. E foi soemnte às 11h35 que,
junto com os candidatos, o presidente apareceu no trio elétrico que ficou
posicionado defrotne ao prédio da Caixa Culutral.
Depois das falas de Marília Arraes,
Humberto Costa e João Campos, o presidente Lula fez um discurso contundente e
preciso; e recebeu muitos aplausos. Em dado momento eu me emocionei - coisa boa
danada que é se emocionar.
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| Mestre Paulo Freire também foi lembrado numa camiseta |
Perto das 13h o evento teve fim; e eu fui
saindo do meio de todo aquele povo carregando a força da certeza que me dizia
que o presidente Lula haveria de ser reeleito para o bem de todos e não apenas
de grupelhos que se julgam a nata da sociedade.
Viva a soberania nacional!
Viva a liberdade de ser e estar!
Viva a democracia!


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